A extrema-direita não será derrotada pelas urnas e com conciliação de classes! 

Como anarquistas organizados, como revolucionários, reforçamos que a via eleitoral – seja enquanto voto crítico, antifascista ou qualquer argumentação de voto estratégico – não irá fazer as reais transformações que as classes oprimidas realmente precisam! Nessa conjuntura específica, tampouco vai conseguir derrotar a extrema-direita, que já se encontra impregnada no tecido social e vai seguir assim pelos próximos anos, se não houver um enfrentamento decidido e a construção de um campo que rompa com a estratégia hegemônica da esquerda brasileira nos últimos anos, a qual propõe a centralidade na conciliação de classes por meio da disputa interna das instituições burguesas.

Marília: Bolsonarismo comanda o cenário político

Hoje, depois de meses de pandemia, e depois de meses sem quarentena de fato, grande parte do comportamento dos marilienses em relação à prática política se concentra nas eleições e na eleição de candidatos conservadores, o que revela a despolitização geral da cidade que deve ser combatida.