[CAB] O Congresso e o governo querem entregar os Correios! Lutar contra a privatização!

Enquanto a imprensa e as redes sociais se voltam para a gritaria de Bolsonaro, o Congresso vai passando a boiada, empurrando a pauta dos de cima, de destruição dos direitos do nosso povo. Na última quinta, dia 05, a Câmara aprovou o projeto de lei que privatiza os Correios, em uma votação às pressas.

A Luta de Classes em Bauru

Em Primeiro de Agosto de 1896, nasceu a cidade de Bauru, no centro-oeste paulista. A historiografia burguesa tenta narrar uma história de desenvolvimento, crescimento e expansão, uma história que esconde conflitos, autoritarismo e genocídio.

104 anos do assassinato do sapateiro Martinez. Viva a Greve de 1917!

Lembramos o 9 de Julho não como a data de uma guerra dirigida pelas elites, como marca o calendário oficial do estado de São Paulo, mas como uma data de luta das classes oprimidas contra a exploração dos patrões e a brutalidade da repressão estatal. Em 9 de Julho de 1917, o sapateiro anarquista José Ineguez Martinez, do grupo Jovens Incansáveis, era assassinado pela polícia em uma manifestação que exigia condições dignas de trabalho. A resposta ao crime foi uma mobilização ainda maior da classe trabalhadora, na maior greve geral que esse país já viu.

[Internacional] 52 anos das Revoltas de Stonewall: Igualdade e liberdade não se discutem!

Em 28 de Junho de 1969, a polícia chegou ao Stonewall Inn, em Nova Iorque. Este bar é conhecido nas comunidades gay, lésbica, bi e trans por acolher até as pessoas mais marginalizadas. Como de costume, a polícia estraga a festa. Mas a resposta não demorou para chegar: vários milhares de pessoas – gays, transexuais e drags – confrontaram a polícia durante toda a noite. Nesse mesmo dia e durante cinco noites depois disso, toda uma comunidade se levantou contra a injustiça e a crueldade policial.

Quebrada contra o Bolsonaro!

Estivemos neste sábado no ato organizado pelo Mandela Free – São Rafael na comunidade de São Rafael, em Guarulhos, contra as políticas de extermínio, fome e desemprego dos governos Bolsonaro, Dória e Guti. Também participou a Rede de Proteção e Resistência Contra o Genocídio, além de outras organizações políticas e coletivos.