Nota de solidariedade: contra a intimidação a dirigente da Apeoesp Bauru!

Nessa quinta-feira, dia 02, o professor Marcos Chagas, dirigente da Apeoesp subsede Bauru e membro do Coletivo Chão de Giz, foi procurado pela polícia militar em sua casa e em seu local de trabalho para ser responsabilizado como organizador do ato Fora Bolsonaro, marcado para o próximo dia 07. A PM exigiu a mudança da data e do local da manifestação até o meio-dia, caso contrário seria encaminhada uma representação no Ministério Público contra o professor.

Seis anos da Chacina de Osasco e Barueri

Participamos neste sábado de ato público em memória da Chacina de Osasco e Barueri, junto a parentes das vítimas, movimentos sociais, coletivos e organizações políticas. A manifestação aconteceu na saída do escadão da estação Osasco da CPTM.

[CAB] As manifestações de rua e o sentido estratégico de nosso trabalho

A luta popular de rua voltou a fazer parte de nossas vidas, passado um ano e meio de pandemia. Das vidas de quem sempre acreditou na ação direta popular como a que define vencedores e perdedores, a longo prazo. Embora reúnam todo tipo de gente, as manifestações de rua materializam a unidade possível nesse momento. Unidade na rua entre os setores já organizados – sejam eles organizados social e/ou politicamente – , junto com partidos de oposição ao governo, mais aquelas parcelas de trabalhadores com certa tradição de mobilização, junto à diversidade de gente, setores e ideologias à esquerda.

[CAB] O Congresso e o governo querem entregar os Correios! Lutar contra a privatização!

Enquanto a imprensa e as redes sociais se voltam para a gritaria de Bolsonaro, o Congresso vai passando a boiada, empurrando a pauta dos de cima, de destruição dos direitos do nosso povo. Na última quinta, dia 05, a Câmara aprovou o projeto de lei que privatiza os Correios, em uma votação às pressas.

A Luta de Classes em Bauru

Em Primeiro de Agosto de 1896, nasceu a cidade de Bauru, no centro-oeste paulista. A historiografia burguesa tenta narrar uma história de desenvolvimento, crescimento e expansão, uma história que esconde conflitos, autoritarismo e genocídio.

104 anos do assassinato do sapateiro Martinez. Viva a Greve de 1917!

Lembramos o 9 de Julho não como a data de uma guerra dirigida pelas elites, como marca o calendário oficial do estado de São Paulo, mas como uma data de luta das classes oprimidas contra a exploração dos patrões e a brutalidade da repressão estatal. Em 9 de Julho de 1917, o sapateiro anarquista José Ineguez Martinez, do grupo Jovens Incansáveis, era assassinado pela polícia em uma manifestação que exigia condições dignas de trabalho. A resposta ao crime foi uma mobilização ainda maior da classe trabalhadora, na maior greve geral que esse país já viu.